“No começo só havia o vazio transbordando com infinitas possibilidades das quais você é uma...”
O documentário “Quem Somos Nós?, quando assistimos a primeira vez, traz um estranhamento àquela ideia do filme de que nós somos inteiramente responsáveis pelas situações (nem sempre boas) que acontecem em nossas vidas e só nós podemos mudá-las (para melhor). Ou seja nós somos “criadores”, por isso o poder da mudança está em nossas mãos. Isso em todos os aspectos de nossas vidas.
Mas a reflexão de que somos nós os responsáveis pela mudança, pela transformação e também pela não mudança e pela não transformação angustia, quando vivenciamos situações que consideramos inadequadas, distantes do que consideramos ideal.
Tendemos a pensar que quando algo em nossa vida está ruim, que isso foi causado por alguém/algo e que independe de nossa vontade. Visualizar o problema em uma perspectiva de que temos sim o poder (de provocar a mudança) na maior parte das vezes, é muito complexo, quase impossível. E como fazer isso?
Para ter o poder de mudança precisaríamos aprender a manter nossa mente atenta, pois existem centenas de suposições que acreditamos verdadeiras, mas que podem ou não ser verdadeiras. Precisamos, segundo a ideia do documentário, tentar olhar quem fomos, em quem nos transformamos, em como chegamos aqui. Ou ainda, se estamos mesmo aqui agora. Mais complexo ainda. Seria tudo um truque de nosso cérebro?
É tudo ilusão? O que é realidade e o que é sonho, imaginação? Somos mesmo os únicos responsáveis pelo que acontece conosco?
A solução para nossos problemas seria estar atentos às coisas certas, ao que nos cerca e, a partir daí, teremos poder sobre nossos desejos, sobre nossos pensamentos.
Mas a reflexão de que somos nós os responsáveis pela mudança, pela transformação e também pela não mudança e pela não transformação angustia, quando vivenciamos situações que consideramos inadequadas, distantes do que consideramos ideal.
Tendemos a pensar que quando algo em nossa vida está ruim, que isso foi causado por alguém/algo e que independe de nossa vontade. Visualizar o problema em uma perspectiva de que temos sim o poder (de provocar a mudança) na maior parte das vezes, é muito complexo, quase impossível. E como fazer isso?
Para ter o poder de mudança precisaríamos aprender a manter nossa mente atenta, pois existem centenas de suposições que acreditamos verdadeiras, mas que podem ou não ser verdadeiras. Precisamos, segundo a ideia do documentário, tentar olhar quem fomos, em quem nos transformamos, em como chegamos aqui. Ou ainda, se estamos mesmo aqui agora. Mais complexo ainda. Seria tudo um truque de nosso cérebro?
É tudo ilusão? O que é realidade e o que é sonho, imaginação? Somos mesmo os únicos responsáveis pelo que acontece conosco?
A solução para nossos problemas seria estar atentos às coisas certas, ao que nos cerca e, a partir daí, teremos poder sobre nossos desejos, sobre nossos pensamentos.
Para isso é necessário ter desprendimento para conseguir enxergar as possibilidades, para manter um pensamento positivo.
Ter pensamento positivo é difícil, geralmente nos deixamos levar pelo pensamento da maioria, apregoamos e vivemos o senso comum, reproduzimos pensamentos, falas, ações dia após dia, ano após ano, século após século...
Somos uma entre tantas possibilidades...
Já tentamos nos ver dos olhos de outra pessoa que nos tenhamos tornado. Será que conseguimos nos ver através dos olhos de um observador alternativo? Esse parece ser um exercício! Afinal tudo é possível. Afinal tudo é possível?
“Como podemos continuar a ver o mundo como real se nosso âmago que está determinado a ser real é intangível?”
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